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20 novembre

FELINOS

FELINOS:            
 
 
Nome aplicado a uma família de animais exclusivamente carnívoros que pertencem à classe dos Mamíferos. Estão muito bem adaptados para viver como predadores. Todos os membros da família têm corpo esbelto e ágil, com pelagem suave. Sua visão e sua audição são muito desenvolvidas e suas garras e seus dentes estão desenhados de forma perfeita para lacerar a carne de suas presas. Habitam todos os continentes, exceto a Antártida e a Oceania. O tigre, o leão, a onça, o leopardo, o guepardo, o lince, o puma e a jaguatirica pertencem a este grupo.
São digitígrados, isto é, caminham sobre os dedos e com a parte posterior do pé elevada. As patas são providas de almofadas, o que permite ao animal caminhar sem fazer barulho, e têm unhas longas, afiadas e completamente retráteis (à exceção do guepardo).
Classificação científica: ordem dos Carnívoros, família dos Felídeos, a qual é constituída por cerca de 20 gêneros e quase 40 espécies.
 
LEÃO:Símbolo de nobreza e força, reis e aristocratas adotaram o leão como insígnia, brasão e, às vezes, nome. Em tempos remotos, o grande felino chegou a habitar o sul da Europa e diversas regiões da Ásia, e ainda no século XIX era achado no norte da África. Desde meados do século XX é encontrado apenas na savana africana e, protegido pela lei, na reserva de Gir, estado de Gujarat, na Índia.
Leão (Leo leo) é um mamífero carnívoro da família dos felídeos, e alguns zoólogos o incluem nos gêneros Felis ou Panthera, e não Leo. Os machos adultos chegam a pesar mais de 200kg e atingem 2,20m de comprimento, sem contar a cauda. A fêmea é menor e não possui a espessa juba avermelhada que adorna a cabeça do macho e continua na parte dianteira do tronco, por trás das patas anteriores e, às vezes, pelo ventre. A cor do pêlo varia de acordo com a região e é, em geral, castanho-clara, embora não sejam raros os espécimes de tons acinzentados. A musculatura é extraordinária e faz do animal um predador vigoroso e de enorme força. As patas, largas e grossas, terminam em garras poderosas e retráteis. Somadas às presas, longas e afiadas, compõem um equipamento de eficácia excepcional e efeito mortífero. Traço típico é o tufo de pêlo que arremata a cauda, fina e longa.
Embora se costume chamar o leão de "rei da selva", a expressão é errônea, uma vez que o grande animal vive em espaços abertos e encontra seu meio ideal na savana africana, onde impera como senhor absoluto. Os leões vivem em grupos de dez ou mais indivíduos, com dois machos, várias fêmeas e um número variável de indivíduos jovens. Passam grande parte do dia descansando, deitados sobre a relva ou à sombra das acácias nas horas de maior calor.
A caça de antílopes, zebras, girafas e outros animais se faz de noite, e quase exclusivamente pelas fêmeas. A missão dos machos adultos consiste sobretudo em proteger o grupo do ataque de outro bando de leões, que, sem a proteção daqueles, invadiria seu território. Em geral, as leoas caçam juntas e com astúcia. Sabem cercar e emboscar a presa mas, depois de abatê-la, é o macho o primeiro a alimentar-se. Não vacila, sequer, em afastar bruscamente os filhotes ou os jovens do grupo que ousem disputar-lhe a comida.
Os leões não têm época de reprodução definida e se acasalam ao longo de todo o ano. A gestação dura entre 100 e 113 dias. Em geral, nascem três crias por ninhada, que durante os primeiros meses de vida apresentam no corpo grande número de manchas que depois desaparecem.
 
LINCE:Dotado de visão tão aguda que pode enxergar um coelho a cerca de 300m, o lince, conhecido também como lobo-cerval, deve seu nome ao herói mitológico grego Linceu, que era capaz de enxergar através de corpos opacos.
Mamífero carnívoro da família dos felídeos, do gênero Felis, o lince caracteriza-se por apresentar mechas de pêlos nas pontas das orelhas, em forma de pincéis, e nos dois lados do focinho, à maneira de suíças. Anteriormente classificadas no gênero Lynx, as várias espécies de lince apresentam tamanho médio (um metro de comprimento e sessenta centímetros de altura), cabeça pequena em relação ao corpo, patas altas e robustas e cauda curta. De acordo com a espécie, o peso oscila entre dez e vinte quilos. A pelagem, curta e densa na maioria, mostra cores variadas, do pardo-amarelado com manchas escuras do lince ibérico, até o amarelo tostado do europeu e o avermelhado do norte-americano.
Como os outros felídeos, os linces são bons caçadores. Têm hábitos solitários e noturnos e, escondidos em áreas arborizadas, caçam coelhos, aves, filhotes de mamíferos e até animais de médio e grande porte, como raposas, veados, ovelhas e cabras. Às vezes, comem carniça. Têm de um a quatro filhotes a cada gestação, que dura cerca de dois meses.
O lince europeu (Felis lynx) vive em algumas regiões do norte da Europa, da Ásia e da América do Norte. Alguns zoólogos consideram o lince ibérico (F. pardina) e o lince-do-canadá (F. canadensis) subespécies do anterior. O lince ibérico subsiste em áreas montanhosas da Espanha e é uma das espécies européias sob ameaça de extinção. O lince-do-canadá, de pêlo mais longo, é encontrado na América do Norte, assim como o gato-selvagem (F. rufus). 
 TIGRE:Mais feroz que o leão e tão vigoroso quanto ele, o tigre não respeita nenhum outro animal, exceto o elefante e o rinoceronte. Raramente ataca o homem, a menos que esteja excessivamente esfomeado ou seja muito velho para caçar suas presas habituais.
Tigre é um mamífero carnívoro da família dos felídeos, da espécie Panthera tigris, mas alguns zoólogos o incluem nos gêneros Felis ou Leo. Originário do norte da Ásia, depois se deslocou para uma área que abrange a Índia, parte da China, o Sudeste Asiático e o leste da Rússia. Existem sete ou oito subespécies de tigres, mas as de Bali e do mar Cáspio já são dadas como desaparecidas, e as de Java, Sumatra, Sibéria e Índia estão ameaçadas de extinção.
Adaptados tanto à vida na selva quanto nas planícies, os tigres são bons nadadores e gostam de banhar-se. Caçam durante a noite, ocultando-se entre as moitas ou juncos, junto às estradas ou rios, para saltar sobre o primeiro animal que passe e quebrar-lhe o pescoço, pois crava os caninos no bulbo raquidiano da presa, que depois de morta é arrastada para local retirado. Entre suas presas mais comuns figuram veados, javalis, macacos e até o gado doméstico.
A pelagem dos tigres é pardo-amarelada, marcada por listras escuras que formam anéis na cauda. O pêlo é curto e brilhante. Os machos, maiores do que as fêmeas, medem de 1,75 a 2,15m, desde o extremo da cabeça à base da cauda, que costuma ter comprimento aproximado de um metro. Sua altura, no ponto em que a espinha dorsal se cruza com a linha correspondente ao prolongamento das patas dianteiras, varia em torno de um metro.
O tigre é um animal solitário. Só se reproduz uma vez a cada dois ou três anos, e as ninhadas são de dois a cinco filhotes. O período de gestação é de 113 dias, e os filhotes permanecem com a mãe até seu segundo ano, quando, já quase adultos, podem caçar sozinhos. Em cativeiro, sua reprodução é bem menos freqüente que a do leão, e as crias sobrevivem com dificuldade. A vida média dos tigres é de 11 anos. Em condições especiais, como é o caso do confinamento em jardim zoológico, podem acasalar-se com os leões. Os híbridos resultantes dessa ligação terão características diferenciadas, caso o pai seja tigre ou leão.
 
ONÇA:Exímia caçadora, a onça se move pelo mato com passos leves e lentos para atacar de surpresa suas vítimas: antas, veados, capivaras, porcos-do-mato, aves, peixes e, quando a caça escasseia e a fome aperta,  cabeças de gado e animais domésticos.
Onça (Leo onca) é um mamífero carnívoro da família dos felídeos, a mesma do tigre, do leão, do leopardo e dos gatos. Maior espécie americana da família, ocorre desde a fronteira entre os Estados Unidos e o México até o sul da Argentina. É mais freqüente na América do Sul.
Típica habitante das selvas e dos pantanais, é também chamada de onça-pintada, jaguaretê ou jaguar. Tem hábitos noturnos e intensifica suas atividades em especial nas noites de lua cheia. Ao mover-se, demonstra a mesma elasticidade de um gato, apesar do tamanho. Semelhante ao leopardo (Leo pardus), a onça é maior que ele e de compleição mais robusta. O macho, em geral maior que a fêmea, tem setenta a oitenta centímetros de altura, pode pesar de 100 a 160kg e medir de 1,70 a 2,70m de comprimento, incluindo a cauda, que varia de sessenta a noventa centímetros. O padrão mais típico do pêlo é uma sucessão de manchas pretas, mais redondas na cabeça e no pescoço, mais estreitas e alongadas no dorso, que parecem aplicadas sobre um fundo amarelo-avermelhado. Há variações, no entanto, que indicam a existência de subespécies ou raças. A mais óbvia se refere às onças-pretas, cujas manchas cor de café aplicam-se sobre fundo negro.
No Brasil, a onça é personagem habitual de muitos casos do imaginário sertanejo e de lendas folclóricas que aludem a sua condição de animal retraído, esperto e feroz. Trepa em árvores, atravessa rios a nado e até sabe pescar a seu modo, pondo-se à beira das correntes para tirar peixes da água com patadas certeiras. Apesar dos casos e lendas, a onça normalmente não incomoda pessoas. 
  
  JAGUATIRICA:Comum em solo americano, do sul dos Estados Unidos ao norte da Argentina, a jaguatirica desapareceu por completo ou diminuiu consideravelmente de número em muitas de suas áreas de dispersão, em virtude da caça sistemática de que foi vítima pela beleza de sua pele.
Mamífero carnívoro da família dos felídeos, a mesma do tigre, da onça e do gato, a jaguatirica (Felis pardalis) é também chamada de maracajá ou gato-do-mato-grande. Um indivíduo adulto pode atingir 85cm de comprimento, com mais 45cm de cauda, e cerca de quarenta centímetros de altura nos ombros. O pêlo é pardo-amarelado e curto, com manchas arredondadas, orladas de preto, que tendem a formar faixas oblíquas em sucessão pelo corpo. No meio do dorso, as manchas pretas são estreitas e alongadas, mas transformam-se nos lados em estrias pardo-cinzentas com debruns mais escuros. Na nuca há cinco ou seis riscas pretas; na cabeça, várias manchas pequenas. A sucessão de manchas se prolonga na cauda, em cuja ponta se destacam cinco anéis pretos.
Habitante de matas e banhados, a jaguatirica possui hábitos noturnos e alimenta-se de pequenos mamíferos, aves e répteis. Nada bem e trepa em árvores, embora não tenha a agilidade da suçuarana ou onça-parda para se locomover sobre os galhos.
 
LEOPARDO:
Entre os mais belos animais selvagens, o leopardo distingue-se pela cor suave do pêlo dourado salpicado de manchas negras, pela elegância das formas e pelos olhos claros e transparentes.
Classificado no gênero Panthera por alguns autores, o leopardo (Leo pardus) é um mamífero carnívoro da família dos felídeos. Chega aos dois metros de comprimento, incluída a cauda, e aos noventa quilos. É de constituição forte, mais corpulento que o guepardo e menos do que a onça, de pescoço longo, patas curtas e cauda longa. Tem o pêlo amarelado e coberto de manchas negras, que nos flancos, no dorso e outras partes do corpo formam rosetas, menores que as da onça e sem os pontos centrais que a caracterizam. Alguns leopardos são completamente escuros e chamados "panteras negras" (espécimes melânicos, ou seja, com maior dotação de melanina, pigmento negro da pele).
O leopardo é encontrado em dois terços da África (nordeste, centro e sul) e em numerosas regiões da Ásia, desde a Turquia até a Manchúria, embora em muitas áreas seu número tenha decrescido de maneira considerável devido à intensa perseguição que lhe moveu o homem. É animal solitário, de hábitos sobretudo noturnos, que habita variados ecossistemas, da selva tropical às savanas, estepes e montanhas. Sobe nas árvores com desembaraço, freqüentemente com suas presas, para colocá-las em galhos ou forquilhas e devorá-las mais tarde.
Servem de alimento ao leopardo animais diversos: gazelas, antílopes, macacos, roedores e peixes. Embora muito menor que o gorila, é capaz de abatê-lo sem problemas, como também ataca os perigosos mandris. Tal qual a maioria dos outros felídeos, o leopardo não possui época definida para procriar. Após três meses de gestação, a fêmea tem duas ou três crias.
 
PUMA:Considerada menos feroz do que a onça-pintada, a suçuarana ocorria originalmente dos Estados Unidos à Patagônia, sendo encontrada por quase todo o Brasil. Alvo de caça intensa, desapareceu no entanto da maioria das regiões que habitava, para afinal refugiar-se em montanhas, pantanais, desertos ou áreas de mata ainda fechada a que o homem nem sempre tem acesso.
A suçuarana (Felis ou Puma concolor), mamífero carnívoro da família dos felídeos, a mesma do tigre, do leão, do leopardo e dos gatos, ora é classificada junto com a jaguatirica e outros gatos-do-mato, ora em gênero à parte. É chamada ainda de puma nome empregado sobretudo nos países hispano-americanos onça-parda, onça-vermelha e às vezes, impropriamente, de leão. Mede 1,20m do focinho à base da cauda, que tem cerca de sessenta centímetros, medida que também corresponde a sua altura, é menor do que a onça-pintada (Leo ou Panthera onca), da qual se distingue por ter o pêlo sem manchas, uniformemente amarelo-avermelhado no dorso, mais claro na barriga e nos flancos e esbranquiçado no peito, no pescoço e na parte interna das pernas.
A suçuarana, como a onça-pintada, caça pacas e outros roedores, veados, macacos e aves de todo porte, além de atacar os mais diversos animais de criação doméstica, especialmente bezerros. É dotada de extrema agilidade, quer no chão, quer nas árvores por onde sobe a perseguir muitas presas. Só é vista aos casais, no Brasil, em fevereiro/março. Fora dessa época, macho e fêmea levam vida independente. Os filhotes nascem malhados, ao fim de uma gestação de cerca de três meses, mas seu pêlo vai-se tornando uniforme à medida que crescem. Com três anos, chegam à idade adulta. 
  
 
 
 

BOVINOS

                                 
Beefalo
 
                                     
Canchim
 

Devort

Gelbvieh
      
Guernsey

Jersey

Nelore        
                 
Normando

Piemontesa

Pitangueiras
 
 

 
 
         

CAVALOS

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SorraiA
 
Thoroughbred (PSI)
 
WELSH COB
 
GALICENO
 
CAVALO FINLANDÊS
 
DANISH WARMBLOOD
 
 
FREDERIKSBORG
 
OLDENBURG
 

GATOS

 

 

 

Siamês:                                                          
 Histórico da raça:                     
De origem asiática, possivelmente Tailandesa, acredita-se que seus ancestrais eram provenientes da selva, devido a gravuras encontradas em manuscritos do século XIV, de gatos do tipo siamês, que apresentavam pelagem tigrada, o que é característica de felinos selvagens. Possui status de precursor, pertencendo ao restrito time de raças que inauguraram a criação organizada no mundo, iniciada no século XIX na Grã-Bretanha.
 Temperamento:
Ativos, ágeis, divertidos e brincalhões. São muito observadores e comunicativos, possuindo repertório variado de miados que permitem se fazer entender nas mais diversas situações. Gostam de seguir seu dono como uma sombra pela casa, jamais perdem a chance de aninhar-se em seu colo, de pedir carinho ou fazer gracinhas para serem notados.
 Características:
O siamês é um gato de tamanho médio. O corpo é esbelto, forte, longo e tubular. Possui cabeça triangular, orelhas grandes e olhos de coloração azul. Apresenta pelagem curta. Os filhotes nascem brancos e adquirem gradualmente a coloração definitiva. Os adultos se caracterizam por apresentar marcação ponteada, ter as extremidades do corpo (máscara, orelhas, patas, cauda e genitália ) numa tonalidade diferente que a do restante do corpo. Nestas marcações, podem aparecer todas as cores e combinações existentes nos gatos.

GATO PERSA:
  Histórico da raça:
A raça Persa teve origem a partir de cruzamentos de gatos de pêlo longo oriundos da Turquia, e gatos mais encorpados, de pêlo longo, vindos da antiga Persia, atual Irã, e que chegaram a Europa através das grandes navegações provenientes do Oriente. Estes cruzamentos, programados pelo homem, tiveram como objetivo, desenvolver as características relacionadas ao temperamento tranqüilo e da exuberante pelagem. Estas características tornaram o Persa, um dos mais populares gatos de estimação.
  Temperamento:
Inteligente, dócil e carinhoso com os familiares. Apresentam miado doce e melodioso. São excelentes companheiros para idosos, preferindo a tranqüilidade e o conforto do seu lar. Brincalhões, espirituosos e tolerantes, podendo ser recomendado para crianças. São extremamente limpos, obedientes e se adaptam facilmente aos hábitos do dono.
  Características:
É um gato de tamanho médio - grande. Tem o corpo robusto e ossatura forte. Pelagem longa, densa, sedosa e fina. Possui gola farta de pêlos que cobre os ombros e o peito. Sua cara é achatada e seus olhos grandes e bem separados.
Esta raça apresenta mais de 100 variedades de cores reconhecidas, classificadas em :

1 - Solid (sólido) com 9 cores distintas (Branco, Preto, Azul, Ruivo, Creme, Chocolate, Lilás, Canela e Fulvo);
Estas cores podem se apresentar com as seguintes marcações :
2 - Shaded & Smoke (Ponteado e Fumaça);
3 - Tabby (Tigrado);
4 - Particolor (Bi ou Tricolor);
5 - Himalayo (ou Colorpoint).

Existe ainda a possibilidade das marcações citadas acima serem combinadas.

GATO ANGORÁ:

Este gato é muito brincalhão, esbelto e inteligente. O Angorá Turco é um animal magnífico com um pêlo comprido e sedoso e de temperamento dócil e amistoso. Acredita-se que esta é uma das raças mais antigas sobreviventes.

O Angorá Turco é afetuoso, alegre e gosta de mimos. Muito afeiçoado ao seu dono, se diverte correndo, brincando com bola e trepando nas árvores. Seu corpo elegante é esguio e flexível, com o pescoço fino e patas pequenas e delicadas.
Estes gatos possuem pelagem longa, com pêlo fino e sedoso. Precisam de poucos cuidados, uma boa escovação já ajuda bastante. Têm a cabeça comprida com orelhas grandes e pontudas e focinho fino. Os Angorás Turco estão entre as mais inteligentes raças de gatos. Eles amam os donos com devoção única.
A cor branca é a mais tradicional em gatos turcos, porém existe a associação de surdez aos gatos brancos com olhos azuis (não apenas nessa raça). A única cor reconhecida oficialmente é o branco. Porém, existes outras cores entre os Angorás Turcos como o lilás e canela.
  Origem e história:
Foi um dos primeiros gatos de pêlo comprido a "desembarcar" em solo Europeu. Pensa-se que o Angorá tenha surgido na França e Inglaterra no século XVI, oferecido por sultões turcos aos nobres de ambos os países. Após um período difícil no século XIX, em que a raça chegou a estar em perigo de desaparecer, o jardim zoológico de Ancara interviu e salvou o Angorá do desaparecimento.
Sob esta denominação, por muito tempo, foram designados todos os gatos de pêlo longo. Alguns entendidos acreditam que o Angorá descende da raça Persa. Os Angorás foram as primeiras raças introduzidas na Europa no séc. XVI. Foram importados da cidade turca de Angorá, atualmente chamada de Ancara.
Os criadores de gato estão desfrutando o ressurgimento desta raça que se pensou estar extinta, o Angorá Turco. Muitas pessoas usaram o termo Angorá para descrever qualquer gato de pêlo longo. Porém, o único gato de pedigree que leva o nome "Angorá" é o Angorá Turco. O Angorá Turco é uma raça pura, provavelmente originário do gato de Manul domesticado pelos tártaros. Eles migraram eventualmente para a Turquia, onde são considerados hoje com grande reverência, como um dos tesouros nacionais.

RAGDOLL:
O Ragdoll é um gato doce e de temperamento fácil, com a peculariedade de não reagir a agressões. É considerada uma raça grande e de pêlo semilongo. Perfeito para se ter num apartamento.
Ele é um dos gatos de maior porte do mundo ao lado do Siberian Cat e do Maine Coon. O peso desse gigante varia entre 6 e 9 Kg nos e seus olhos são azuis.
A completa maturidade da cor não é atingida até os dois anos de idade. O peso e tamanho completo se definem depois dos quatro anos de idade, no mínimo. Por ser uma raça pouco ativa, o Ragdoll tende a ser obeso.
Esse grandalhão não é super agitado. O Ragdoll faz tudo o que os outros gatos fazem, porém com menor freqüência. Ele prefere ficar quieto ou dormindo a correr e subir nos móveis. Ele só brinca e corre quando está com vontade.
Adora ficar junto aos donos, é extremamente sociável e sossegado, além de miar pouco.
Sua pelagem não embaraça muito, porém deve ser penteada uma vez por semana. Banho só a cada três ou quatro meses e apenas quando estiver muito sujo.  Origem e História:
O Ragdoll foi criado e batizado pela polêmica criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Ann acabou conhecida por todos os Estados Unidos devido às suas façanhas. Patenteou o nome Ragdoll, obrigando qualquer pessoa a lhe pagar royalties quando comercializasse a raça. Provavelmente numa jogada de marketing, Ann afirmava que esses gatos eram fruto da engenharia genética do governo americano, que usou genes humanos para fazê-la. Mas na verdade, a raça foi desenvolvida por ela mesma a partir de uma gata chamada Josephine, muito parecida com um Angorá, e depois com a introdução de gatos com características do Sagrado da Birmânia. O reconhecimento veio em 1965 por uma entidade de pequeno porte, a National Cat Franciers Association (NCFA).
Descontentes com as atitudes de Ann, criadores dissidentes liderados por Denny Dayton fundaram a Ragdoll Fanciers Club International (RFCI) no final da década de 60 e conseguiram o reconhecimento da raça por grandes entidades felinas, como a Tica. "O reconhecimento foi muito rápido pela maioria das entidades e em algumas como a Tica, foi imediato", comenta Wain, presidente da RFCI. O padrão do Ragdoll foi totalmente baseado nos exemplares que estavam com os dissidentes. Restringiu os gatos a terem apenas olhos azuis e poucas cores - a seal (marrom escuro), chocolate, azul e lilás - e marcações de pelagem - a ponteada (cor mais escura no focinho, orelhas, cauda e patas), a bicolor e a mitted (patas com as pontas brancas). Todas as demais cores e marcações de pelagem e cor de olhos que existiam nos gatos dos seguidores de Ann Baker foram rejeitadas. Alguns criadores que tinham gatos com essas características e estavam na entidade de Ann, a International Ragdoll Club Association (IRCA), se desligaram do clube há três anos e conseguiram reconhecê-los como outra raça de nome Raggamuffin.

 FONTE:www.petfriends.com.br

 


 

RAÇAS INTERESSANTES

RAÇAS INTERESSANTES
 
   Braco alemão - 
História da raça
O Braco Alemão, também conhecido como Pointer Alemão ou Kurzhaar, foi desenvolvido na Alemanha, no século XVII, para que fosse um cão capaz de atuar em diversos tipos de caçadas, e que ao mesmo tempo fosse rápido e um hábil apontador. A teoria mais aceita para a "receita" que os criadores usaram para chegar ao cão esperado, é de que os Bracos tenham sido originados a partir dos antigos pointers espanhóis, Foxhound – de quem herdou a velocidade – e Bloodhound, cuja herança foi o faro invejável.
Extremamente hábil na caça de patos, gansos e faisões, pode ser usado também na caça a animais de pelo e atua bem tanto na terra quanto na água. É um cão que foi desenvolvido para caçar perto do dono de quem espera os sinais para "levantar" a presa e trazê-la intacta. Foram estas as características (tamanho e grande versatilidade na caça) que fizeram com que o Braco Alemão rapidamente ganhasse um grande número de adeptos em toda a Europa e a partir da década de 20, também nos EUA. No Brasil, em função das restrições à caça, o Braco Alemão é uma raça pouco conhecida.
 
Temperamento
O Braco Alemão é um cão extremamente afetuoso e inteligente, características que fizeram com que ele se destacasse também como cão de companhia. Por sua natureza sempre alerta, é um cão de alarme bastante eficiente, apesar disso não se caracteriza como cão de guarda.
 Ativos e alegres, os Bracos são cães muito apegados aos seus donos e por isso não se adaptam a longos períodos de solidão. Em contrapartida, essa mesma energia e vitalidade faz com que sejam capazes de acompanhar seus donos em praticamente qualquer a atividades que lhe sejam propostas, com a mesma energia. Normalmente convivem muito bem com outros cães, mas o convívio com outros animais como gatos, roedores e pássaros deve ser feito sempre sob supervisão, uma vez que o instinto caçador dos Bracos é bastante aguçado.
Os filhotes são praticamente incansáveis e adoram brincadeiras. Justamente por terem grande energia, podem vir a ser "arteiros" e por isso precisam desde cedo que o dono imponha limites claros. O adestramento de obediência é recomendado para os filhotes desde a mais tenra idade como forma de estabelecer uma relação ainda mais próxima e saudável entre o dono e o cão. Quanto mais envolvido o proprietário estiver no processo de edeação do cão, mais gratificante e rápido será o resultado final. Por sua velocidade e agilidade, participam com facilidade de atividades como o agility.
Características
 Sua pelagem curta exige poucos cuidados, sendo necessária apenas uma escovação semanal para manter seu brilho natural e evitar o acúmulo de pelos mortos. Segundo o padrão da raça, o Braco pode ter as cores fígado ou preto, podendo ser sólidos ou ruão. Os bracos, fígado-ruão ou preto-ruão, assim como os dálmatas, nascem brancos e a partir da segunda semana de vida vão aparecendo as marcações características. As áreas marcadas desde o nascimento ficarão "sólidas" no cão adulto.
Os Bracos são cães de caça por excelência. Seu faro privilegiado fez que ele seja atualmente utilizado, inclusive, na busca de drogas em aeroportos em diversos países. São cães rústicos, que apresentam poucos problemas de saúde. No entanto, alguns exemplares, especialmente aqueles que não tem um alto nível de atividade, podem apresentar tendência para a obesosidade. Devem ser cães elegantes e aristocráticos, como recomenda o próprio padrão oficial da raça e ao mesmo tempo possuir uma estrutura física capaz de suportar o ritmo das caçadas nos mais diversos ambientes e condições climáticas. A altura na cernelha, para os machos é de 62 a 66 cm e para as fêmeas de 58 a 63 cm, segundo o padrão oficial FCI.
  FONTE: Vida de cão...
www.vidadecao.com.br 
 
BORZOI-
Histórico da Raça
Os antepassados do atual Borzoi, provavelmente, surgiram na atual Geórgia, de onde teriam se deslocado em direção ao Mar Cáspio, recebendo ali ligeira contribuição de sangue de cães de montanha caucasianos, os quais eram dotados de pêlo fino, sedoso e muito abundante, formando assim, a raça conhecida, na época, como Psvaya Basaya. Mais tarde foi levado para outras regiões da Rússia, aonde já em 1650, apareceram referencias a um cão de grande porte, muito semelhante ao atual Borzoi. Por sua excepcional inteligência, seu porte elevado, grande resistência, velocidade, aliada à sua coragem, o Borzoi foi utilizado na caça aos lobos, razão pela qual ficou conhecido, nos países de língua inglesa como Russian Wolfhound. Mais tarde, alguns exemplares foram levados para a Inglaterra, França e Bélgica. Tudo indica que os europeus pretendiam ter um cão de caça de grande porte e ao mesmo tempo muito veloz, mas parece que o Borzoi não se adaptou à caça de pequenos animais, terminando por se transformar em cão de companhia.
Temperamento
O Borzoi, por seu temperamento calmo, quase ausência de latidos, sóbrio nas atitudes, independente, elegante, dispensando poucos cuidados com a pelagem e sem o odor pronunciado de outros cães, foi e continua sendo o cão ideal para conviver com o homem. Cães criados confinados, em ambientes pequenos, podem mudar seu temperamento e reagir com violência diante de provocações. Por essa razão, desde filhotes, devem conviver com outros cães e outras pessoas e nunca devem ser treinados para guarda ou ataque. São extremamente rústicos e gostam de viver ao ar livre, mas preferem dormir sobre coisas macias e na falta delas procuram palhas, moitas de grama e mesmo terra recém revolvida. Como todos os cães que tiveram amplo contacto com os lobos, raramente latem, mas uivam esporadicamente.
 Características
A pelagem pode ser lisa ou encaracolada, ambas com abundantes franjas nas patas dianteiras, peito, colar, culotes e cauda. O pêlo é muito macio e tem a textura da seda. As cores são muito variadas, desde a inteiramente branca com brilhos prateados até a negra brilhante com reflexos azulados. A mais comum é a branca com malhas pretas e a branca com malhas laranja, douradas e vermelhas; a pelagem cinza lobo (preto, cinza e branco em um mesmo pêlo) é bem rara. Os machos devem ter, no mínimo, 71 cm de altura e as fêmeas 66 cm. Os olhos devem ser de cor castanho escuro; a cauda é longa, baixa e ligeiramente curva.
*a altura dos cães é medida do ombro (cernelha) até o pé dianteiro.
FONTE:Vida de cão...
www.vidadecao.com.br 
 BULLDOG AMERICANO-
histórico da raça
O American Bulldog (bulldog americano) originou-se a partir do valente e robusto bulldog antigo da Inglaterra do século XVII, onde era usado na derrubada de touros e em rinhas com touros, ursos e outros cães. Com a proibição das rinhas e esportes violentos, duas vertentes principais de bulldogs acabaram se estabelecendo. Enquanto na Inglaterra o valente bulldog foi "aperfeiçoado" até tomar a forma e atitude do bulldog inglês atual (pequeno e preguiçoso), os bulldogs que haviam sido levados para os EUA junto dos imigrantes que se fixaram na região da atual Geórgia naquela época mantiveram a sua característica de cão de combate a animais selvagens, trabalho e proteção. São esses o que chamamos hoje de American Bulldog.
Nesse século coube a um americano de nome J.D.Johnson através de um trabalho pioneiro de pacientemente procurar pelas fazendas afastadas do estado da Georgia representantes do que considerava o "bulldog original", de salvar e apurar a raça até o padrão atual. Atualmente a raça é bastante difundida nos EUA, onde o cão continua a ser usado, entre outras coisas, para caça e derrubada de javalis, para o trabalho nas fazendas, proteção e companhia. A raça participam com grande sucesso de diversas provas de trabalho e no famoso IronDog americano.
No Brasil é uma raça relativamente nova, com os primeiros cães sendo introduzidos a pouco mais de 10 anos. Uma média de 200 cães da raça são registrados por ano no Brasil. Atualmente (2004) existe um trabalho sendo feito de implantação da Associação de Criadores de Bulldog Americano.
Temperamento:
É fiel e amigo do dono e da família, sendo amigável com os conhecidos mas reservado com os estranhos. Quando adulto não tolera pacificamente outros cães do mesmo sexo. Tem temperamento estável e equilibrado, com forte instinto territorial, o que predispõe o cão como um guardião quase natural.
Alie-se ao temperamento a sua aparência robusta e "malvada", e podemos afirmar que provável que não exista outra raça capaz de colocar mais medo a um estranho que o Bulldog Americano.
Isso por si só já se encarrega de manter afastados potenciais mal-feitores. As aparências, porém, enganam. Para surpresa de muitos, trata-se de uma raça de excelente índole! Apesar de estar pronto a defender os membros da sua família, e o seu terreno, o cão raramente irá atacar estranhos, especialmente na presença do dono. Deve obrigatoriamente receber treinamento de obediência básica.
ABs e crianças - Os AB adoram as crianças. Apesar disso, e por serem grandes (pesados) e desajeitados, eles podem facilmente machucar uma criança pequena com um pulo ou alguma brincadeira mais bruta. É assim fortemente recomendável que um adulto esteja sempre por perto quando houverem crianças perto do seu AB, especialmente no caso de crianças estranhas e ansiosas.
Características:
Por ser uma raça essencialmente de trabalho, os Bulldog Americanos são muito mais caracterizados pelos seus aspectos de trabalho e temperamento, do que por questões de estética. Assim, vários tamanhos, colorações e aspectos são permitidos pelos padrões existentes. Em resumo, trata-se de uma raça de grande porte, que necessariamente deve passar a impressão de um cão alerta e poderoso, com peito amplo e cabeça grande e pesada, observando-se a proporção com o tamanho do corpo. O focinho deve ser quadrado e relativamente curto (de 2 a 4 polegadas), e as pernas são fortes, com ossatura pesada e musculosas. As cores aceitáveis são o branco, o branco/tigrado, e o branco/caramelo. Cães totalmente coloridos não são aceitos, assim como cães com "jarrete" e cães com cabeça pequena (em relação ao corpo). Mesmo em cães brancos, a ponta do focinho (nariz) necessariamente deve ser preta.
 FONTE:Vida de cão...
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 BULLDOG FRANCÊS-
História da raça:
Acredita-se que o Bulldogue Francês surgiu, provavelmente, como todos os Dogues, Molossos do império e do império romano. É parente do Buldogue da Grã-Bretanha, dos Alanos da Idade Média, dos Dogues e pequenos Dogues da França. Suas raízes datam de milhares de anos, na Ásia, de onde teriam se difundido para a Europa através das guerras, invasões e migrações.
O Buldogue Francês, de hoje, é o produto de diversos cruzamentos e acredita-se que um de seus ancestrais seja o Bulldogue Inglês, provavelmente de variedade toy, que existia em grande quantidade por volta de 1860. Os Buldogues Ingleses, foram enviados em larga escala para a França, onde foram cruzados com várias outras raças e finalmente se tornaram moda nos círculos femininos, no mundo dos artistas e na alta sociedade.
O 1º clube da raça foi fundado em 1880 em Paris. Em 1885 ocorreu o 1º registro de inscrição, em 1898 o 1º padrão foi redigido e reconhecido pela Sociedade Canina Central.
Temperamento:
O Bulldog Francês, pela sua aparência, pode parecer um brigão, mas tem a alma de um cavalheiro. Ele é brincalhão, tem temperamento alegre e acima de tudo é companheiro. Os cães dessa raça são fascinantes, exóticos, fiéis e silenciosos, nunca irão molestar seus amigos ou vizinhos com latidos.
Os Bulldogs Franceses aprendem uma variedade de truques, estão sempre prontos para brincar.
São observadores e dotados de uma excelente memória. Eles têm uma expressão viva e alerta, gostam da convivência familiar, tanto com adultos como com crianças. São extremamente obedientes e estão sempre querendo agradar a seus donos. Com outros cães e animais, dão-se bem, se forem acostumados desde pequenos.
Características:
Suas orelhas, semelhantes às de morcego, a cauda naturalmente enrolada como um parafuso, a cara superachatada com dobras e rugas na cabeça e os lábios negros pendentes formam um conjunto de características de dar inveja a qualquer personagem de ficção, mas sua personalidade dócil o torna irresistível.
Clinicamente os Bulldogs Franceses podem apresentar problemas respiratórios, devido à forma do focinho; o colapso cardiopulmonar pode ocorrer quando é submetido a stress calórico muito elevado.
A pelagem é lisa, curta, macia e brilhante.
 FONTE:Vida de cão...
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CÃO D'ÁGUA PORTUGUÊS-
História da raça:
 
Teoricamente, o desenvolvimento desta raça traçou um caminho que se iniciou nas estepes da Ásia central 700 anos A.C., indo para a península Ibérica no séc. VIII.
 Esse "cão marinheiro" era usado para levar mensagens entre navios e dos navios para a costa, e latindo para avisar perigos no nevoeiro.Em navios de pesca, mergulhava para recuperar redes quebradas ou equipamentos que caíam do barco, além de ser um fiel companheiro do pescador e sua família. 
Com o desenvolvimento da tecnologia náutica (radares, rádios de comunicação, etc..) o Cão d'água português chegou perto da extinção. A raça foi recuperada na América pelo esforço de algumas pessoas que fundaram o Clube do Cão d' água português na América em 1972. Nesta época, havia não mais que 25 cães dessa raça conhecidos no mundo todo. Em 1981 já havia mais de 500 cães vivendo na América. Em 1984, a raça foi aceita para competir no grupo de trabalho do Kennel Clube Americano
Temperamento:
É um cão afetuoso, amigo, mas de temperamento muito independente. Companheiro leal e bom guardião, é atualmente, um excelente cão esportivo e de companhia
CANE CORSO-
Cane Corso significa cão guardião ("cohors" significa protetor, guardião e cane significa cão) e originou-se da Itália. Sua origem é a mesma do Mastiff, embora o uso das duas raças fosse diferente.
 A origem exata desses cães é um tanto incerta, porém, sabe-se que provém da antiguidade e eram usados nas guerras e nos shows de lutas nas arenas romanas, combatendo leões, ursos, touros e outros cães. 
Atualmente, é um cão usado para guarda e defesa, e na polícia, como cão rastreador. Porém, no decorrer de sua história, também foi usado para a caça esportiva de grandes animais como javalis e cervos, e no pastoreio do gado. 
Temperamento:
Inteligente, enérgico e controlado como cão de guarda e defesa. Dócil e afetivo com o dono e as crianças. É um guardião da casa, sabendo discernir os amigos dos estranhos. O Cane Corso é o mais ágil da família dos Mastiffs, e parece ter consciência da sua força. É um cão fiel e corajoso, fácil de ser treinado.
CIMARRON-
Também chamado de cachorro "crioulo" na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai, o Cimarron é descendente direto dos cães trazidos pelos espanhóis durante o descobrimento, a conquista e a colonização da América. 
Ao cruzarem-se entre si, Mastins, Galgos e Lebréis foram constituindo uma raça que é fruto de absoluta seleção natural, sobrevivendo apenas os mais aptos. Nesse aspecto, sua formação tem a mesma origem e passou pelo mesmo rigorismo que o Cavalo Crioulo, até firmar-se como raça definida.
No território da atual República Oriental do Uruguai, situada sobre o Rio da Prata e Atlântico Sul, foi onde subsistiu melhor e com mais tipicidade.
No final do século XVIII, na época das guerras pela Independência, o General José G. Artigas os imortalizou com sua célebre frase: "Quando me quede sin hombres, pelearé com perros cimarrones!" - Quando ficar sem homens, lutarei com cães cimarrones!
No final do século XVIII, a economia principal da região era a exploração bovina, tendo o couro como principal produto. Assim é que, devido à facilidade e abundância de alimentação, o número de cães "cimarrones" foi aumentado em grandes proporções, causando com isso grandes transtornos. Por ordem do Vice Rei, no ano de 1.792 foram mortos mais de 300.000. Cada cota de cães abatidos valia uma quantia em ouro.
Algumas mães com seus filhotes conseguiram se salvar, escondendo-se nos matos nativos do Nordeste Uruguaio, hoje Departamentos de Rocha, Treinta y Tres e Cerro Largo. Foi onde o Sr. Carlos Alonso Imhoff pôde ir resgatar os descendentes daqueles Cimarrones e depois de rigorosa seleção, escolheu os primeiros 17 exemplares que serviriam de base para oficializar a raça e redigir o Standard da mesma no ano de 1.989. 
No Brasil foi introduzido através da fronteira do RS com o Uruguai, tendo como principais núcleos criatórios, os municípios de Bagé e Jaguarão.
Temperamento
É o cão ideal para fazendas, guarda e companhia. Em seu país de origem é classificado como sendo do Grupo 2, o mesmo onde se enquadram o Fila Brasileiro, Dogo Argentino, Rottweiler, Mastiff, Boxer e outros e, está sendo o preferido para provas de "Agility ". 
Muito rústico, de extrema coragem, não tem agressividade gratuita, entretanto à noite, defende muito bem seu território, mantendo estranhos afastados.
Características
É um cão de porte mediano, forte, compacto, musculoso e ágil. Machos - 56 a 62 cm; Fêmeas - 53 a 58 cm. Pêlo curto, algo áspero e liso. Se admitem todas as cores. De preferência baios (amarelados) e tigrados. O branco ou preto sólido são eliminatórios. Mordida em tesoura; se admite em pinça. O prognatismo é eliminatório. Olhos medianos, um pouco amendoados. Orelhas de tamanho médio, de implantação alta, caindo para os lados separados do crânio. Se pode cortar em forma de "orelha de puma", arredondando a parte superior. 
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DOGO ARGENTINO-
História da raça:
A raça foi criada em 1925, quando dois irmãos argentinos decidiram criar um cão para os "jogos" de caça, que se adaptasse bem às condições variadas e irregulares da zona rural argentina. 
Eles queriam criar uma raça que superasse o Fighting Dog of Cordoba (raça criada pelo cruzamento do Mastiff, English Bulldog, Bull Terrier e Boxer, hoje extinta). 
A idéia era cruzar os cães de Córdoba com outras raças na tentativa de incorporar peso, um bom faro, velocidade, bom instinto de caça e, principalmente, destituir da raça o instinto de briga com outros cães, o que o tornava inapto para os jogos que reuniam vários animais. O cruzamento deveria tornar o cão sociável, podendo viver em liberdade com a família ou solto pela propriedade, mantendo a coragem da raça de origem, mas que pudesse ser usado nos jogos de caça e no controle de animais predadores das criações. 
FONTE: Vida de cão...
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O Dogo Argentino foi o resultado do cruzamento de 10 raças:
1. Fighting Dog of Córdoba - cruzado com as seguintes raças e principais características:
2. Pointer - bom faro
3. Boxer - vivacidade e docilidade
4. Dogue Alemão - tamanho
5. Bull Terrier - coragem
6. Bulldog - peito amplo e temperamento audacioso
7. Irish Wolfhound - instinto de caça
8. Dogue de Bordeaux - mandíbulas potentes
9. Pirineu - pelagem branca
10. Mastiff - força 
O primeiro padrão para a nova raça foi escrito em 1928. Um dos irmãos foi morto durante uma caçada de javalis, mas o outro levou o sonho avante. Como embaixador argentino no Canadá, conseguiu difundir a raça para outros países. Grandes jogos de caça ao javali e puma. na Argentina e países vizinhos, usavam o Dogo Argentino. A raça começou a tornar-se uma lenda.
O Dogo Argentino foi reconhecido pela Federação Cinófila Argentina em 1964. O Kennel Club Argentino, membro da Federação Cinológica Internacional, reconheceu a raça em 1973.
Os cruzamentos deram à raça muita versatilidade. O Dogo, posteriormente, foi usado no exército, no trabalho policial e como guia de cegos.
Temperamento:
O Dogo gosta do contato físico com as pessoas. Ele é um guardião de confiança da família, interessado em todas as atividades, aceitando os visitantes que acompanham as pessoas da casa. O cão é capaz de discernir um ato mais agressivo e atacar para proteger o dono. Inteligente e muito dócil com crianças.
 
Características:
É um cão de porte grande. Tem o corpo bem estruturado e de porte atlético. A única cor aceita é a branca e a pelagem é curta. Sua cauda é longa, grossa e afunilada. Os olhos tem cor castanho-claro ou castonho-escuro. 
 
DOGO CANÁRIO-

  História da raça:
O Dogo Canário ou Cão de Presa Canário é um molosso originário das Ilhas Canárias (Espanha). Em seu desenvolvimento entraram diversas raças, sendo a principal o Perro de Ganado Majoreiro, também chamado e Perro de la Tierra ou simplesmente Majoreiro, que é um cão originário das ilhas. Seu desenvolvimento foi involuntário e teve início no século XVI, quando as Ilhas Canárias, por sua localização estratégica, foi considerada um porto seguro pelos navegantes colonizadores das Américas e Índias. Os colonizadores das ilhas introduziram diversos tipos de molossos para ajudar na lida com o gado, que era criado solto e por esta razão se fazia necessário arrebanha-lo e por vezes subjulgá-los. Do cruzamento dos cães nativos das ilhas com os molossos trazidos da Europa originou-se o Cão de Presa Canário, hoje denominado de Dogo Canário.
Ao longo de quase 500 anos a raça se desenvolveu em quase isolamento, dadas as características insulares das Ilhas Canárias, e passou por diversas fases. A princípio foi utilizado na lida com o gado, depois foi introduzido nas rinhas. Em meados do século XX, com as inovações ocorridas na pecuária, o gado bravo deixou de existir nas ilhas, coincidentemente logo depois, foi proibida a rinha, e a raça quase foi extinta, sendo salva por alguns criadores que vieram a fundar o "Clube Espanhol do Presa Canário", reunindo os exemplares restantes desta maravilhosa raça, resgatando-a da extinção.
A criação da raça no Brasil se deu de fato no início de 2003, com a importação de alguns exemplares trazidos da Espanha, berço da raça.
 
  Temperamento:
Devotado, fiel e amigo do dono e da família, porém desconfiado e bravo com estranhos, hoje o Dogo Canário é utilizado como cão de guarda, sendo considerado por especialistas como "o cão de guarda completo". De temperamento forte e extremamente territorialista, predisposto à obediência e com um grau de atividade elevado para um molosso, o Dogo Canário é um excelente guardião.
  Características:
O Dogo Canário é um cão de grandes proporções, medindo de 59 a 66 cm o macho, e de 55 a 62 cm a fêmea. O peso mínimo para um macho adulto é de 50 Kg e para uma fêmea adulta de 40 Kg. A coloração da pelagem vai do tigrado claro ao tigrado escuro quase negro e do dourado até o marrom claro. Quanto menor a marcação branca, melhor. As orelhas podem ser cortadas ou não. A cauda deverá ser íntegra e quando em atenção, deve formar um "arco". O corpo robusto, a cabeça maciça, o latido grave e a máscara negra dão ao Dogo Canário um aspecto intimidador e "de poucos amigos", muitas vezes é confundido com um Pit Bull "gigante", porém é muito maior e mais forte. 
DOGUE BRASILEIRO-
História da raça:
Criadores no Rio Grande do Sul, após cruzar uma fêmea de boxer com um cão bull terrier, sem a intenção inicial de criar-se uma nova raça, puderam perceber, através da lendária cadela "Tigresa", terem descoberto um cão muito dedicado, de enorme coragem, além de formidável atleta.
A excepcional obediência e moderação do Boxer veio a completar a coragem sem limites e insensibilidade à dor do Bull Terrier, além do importante fato desta última raça não ser "um cão de um só homem". Com isso, tirando, através de cruzamentos, a indesejável belicosidade com outros animais, chegou-se ao ideal de temperamento para um cão de guarda pessoal, isto é, aquele que deve acompanhar seu dono a todos os lugares, pois une excepcional equilíbrio e coragem.
Na região da Serra Gaúcha, onde este cão nasceu em 1978, traz proteção a centenas de lares.
 Temperamento:
Cão ativo, atento e observador, de expressão séria para estranhos e meiga para com o dono. Equilibrado, apto à disciplina, porém destemido quando provocado ou sob comando. Não deve dar demonstrações gratuitas de agressividade, principalmente quanto a outros cães.
Seu porte relativamente pequeno, se compararmos a cães de igual ou menor potência, aliado às suas inatas características atléticas de força e agilidade complementarão o cão ideal para guarda pessoal do cidadão, pois é forte, relativamente compacto, ágil, extremamente corajoso e equilibrado, além de muito obediente.
Características:
Cão de aspecto musculoso, extremamente forte e ágil.  Machos, de 54 a 60 cm, de 29 a 42 kg. Fêmeas, de 50 a 56 cm, de 23 a 37 kg. Pelo curto, algo áspero e liso. Qualquer cor ou combinação de cores é desejável, sem nenhuma preferência a nível de padrão. A medida da ponta da trufa ao stop deve ser igual à do stop ao occipital. Mordida em tesoura, sendo admitido em torquês. Olhos pequenos, mas não em excesso, e amendoados. Orelhas cortadas na forma de triângulo isóceles relativamente curtas, e cauda cortada como de Mastim Napolitano. O cão deve dar a impressão de enorme impulsão e ser o equilíbrio perfeito de força e agilidade.
FONTE:Vida de cão...
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 DOGUE DE BORDEAUX-
Histórico da Raça:
O Dogue de Bordeaux ou Mastim Francês é um dos mais antigos cães franceses, provavelmente descendente dos Alanos. Gaston Phebus - Conde de Foix, no século XIV, descreveu-o em seu "Livro de Caça", como "o que tem a mordedura mais forte que três lebréis juntos".
Em meados do século XIX esses dogues eram mais conhecidos em Aquitane. Eram utilizados para caçar javalis, em combates com ursos nas arenas e para fazer a guarda das casas. Em 1863, em Paris, no Jardin de Aclimatacion, aconteceu a primeira exposição canina francesa. E os Dogues de Bordeaux apareceram com seu nome atual. A raça que sofreu bastante, por ocasião das duas guerras mundiais, a ponto de ter sido ameaçada de extinção após a Segunda guerra de 1939 a 1945, retomou seu desenvolvimento nos anos 60.
Temperamento:
Especialmente cão de guarda com grande coragem e atenção, sem ser agressivo. Companheiro, apegado ao seu dono e muito afetuoso. Calmo, equilibrado e com limiar de excitação (reação) muito alto. O macho geralmente tem um caráter dominante. O relacionamento com outros cães é muito amigável, desde que não seja incomodado, sendo bastante tolerante. Depois do filme "Uma Dupla Quase Perfeita " com Tom Hanks, onde o cão é mostrado como "babão", ficou a dúvida: O Dogue de Bordeaux realmente baba tanto assim? A realidade é bem diferente. Somente babam quando estão cansados ou quando acabaram de beber água.
Características:
Poderoso, de corpo muito musculoso, atarracado, tipo atlético, imponente e auto-confiante. Seu focinho é quadrado e curto. Sua cabeça grande chama a atenção pelas rugas que apresenta. Seu aspecto é imponente e feroz. A pelagem é curta de coloração acaju (avermelhado) ou em gamas de fulvo (dourado). Os machos devem ter no mínimo de 50 quilos com altura de 60 a 68 cm, as fêmeas, no mínimo de 45 quilos e altura de 58 a 66 cm.
*a altura dos cães é medida do ombro (cernelha) até o pé dianteiro.
FLATCOATED RETRIEVER-
HISTÓRICO:
O desenvolvimento do Flatcoated Retriever contemporâneo é creditado a Mr. S. E. Shirley no início dos 1870. As raças St. John's Water Dogs, Spaniels de Água e possivelmente Scotch Collies foram usadas para desenvolver o Flatcoat. Ele estabilizou o Wavy ou Curlycoated Retriever e fixou o tipo do Flatcoated Retriever. Shirley não usou Setters no desenvolvimento do Flatcoat, mas é muito provável que a mistura dos Retrievers já tinha infusões de sangue de Setter datando do início do século. Também sabemos que ele usou Labradores quando foram disponibilizados fora dos canis Buccleugh e Malmerbury. Mr. Shirley é também conhecido por ter fundado o Kennel Clube em 1873. A associação da raça Flatcoat junto a este homem fez com que ela, desde o início, aparecesse tanto em competição de beleza como em competição de caça, contrário a outras raças.
TEMPERAMENTO:
Confiantes, amáveis e muito alegres. Eles podem ser bastante depressivos caso sejam deixados sozinhos ou esquecidos por períodos de tempo. Adoram companhia humana. O Flatcoated Retriever é um recuperador de caça extremamente versátil e um ótimo companheiro de família. Ele é um cão bastante ativo que pode se adaptar a vida da cidade mas necessita bastante exercício diário e atividades com os membros da família. Gosta de brincar na água, mas é basicamente um cão limpo que somente requer uma boa escovação semanal.
CARACTERÍSTICAS:
É um cão de tamanho médio com uma expressão inteligente. Olhos de cor de avelã ou castanho escuro; pelagem densa, de textura fina à média, a mais lisa possível. As pernas e cauda são bem peludas. Coloração da pelagem: apenas preto ou fígado. Altura ideal: machos 59 a 61,5 cm; fêmeas 56,5 a 59 cm. Peso ideal: machos 27 a 36 quilos; fêmeas 25 a 32 quilos. 
 
JINDO-
História da raça:
Não há nenhum relato escrito da origem do Jindo Koreano. A maioria das autoridades concordam que a raça existe há muitos séculos na ilha de Jindo, no sudoeste da Coréia.Existem muitas teorias sobre os ancestrais deste cão. A maioria aceita que o cão é natural da Coréia. Assim, pela lei coreana, os Jindos são considerados um patrimônio natural daquele país e sua exportação é proibida.
Apesar disso, muitos Jindos foram trazidos para a América desde a metade de 1980. É um cão robusto, ágil, capaz de percorrer longas distâncias. Muito usado para a caça, demonstra ser um exímio farejador. Tem um grande senso de direção.
No exército sul-coreano, serve nas bases militares onde é ensinado a reconhecer centenas de membros da equipe e detectar intrusos pelo faro. Atribui-se ao Jindo a capacidade de reconhecer e lembrar de mais de 30.000 odores diferentes. É também usado para a guarda.
Temperamento:
Possui um forte instinto de caça e guarda. É forte, corajoso, alerta e não se deixa enganar facilmente. Sua característica mais forte é a fidelidade ao dono. São reservados com estranhos e pouco amistosos com outros animais, principalmente machos. É um cão muito inteligente e afetuoso com o dono.
 
Características:
É um cão de porte médio-grande. Tem o aspecto de uma raposa ou coiote. Sua pelagem tem comprimento médio nas cores branca e vermelha (queimado). As cores preta, black and tan e vermelho e branco existem, mas não são reconhecidas oficialmente. Sua cauda pode ser enrolada ou reta.
http://www.kang.org/Jindo.html
 
 KEESHOND-KEESHOND
História da raça:
O keeshond é uma raça muito antiga e uma das poucas que, através da história, sempre foi criada para companhia e guarda.
O fato deles não terem sido criados para caçar, matar animais, atacar ou perseguir criminosos, explica-se por sua docilidade, devoção a seus donos como um cão caseiro, com especial afeição por crianças, característica pela qual ele é reconhecido.
O keeshond é descendente dos mesmos ancestrais dos quais evoluíram raças como os Samoiedas, Huskies, Elkhounds, e os pequenos Lulus da Pomerânia. Aparentemente, vieram para a Europa com antigos viajantes do Norte, há muitos séculos atrás.
Nos séculos XVII e XVIII, eles foram muito usados como cães de guarda em fazendas, barcaças e grandes barcos nos rios. Eram conhecidos na Alemanha, França, Itália e Holanda com nomes diversos. Porém, na Holanda do séc. XVIII, surgiu dentre a classe média um grupo de resistência que se opunha ao poder reinante. O líder desse movimento tinha um cão chamado "kees" que passou a ser o símbolo da coragem do novo partido. O cão alcançou uma grande popularidade naquele país, e a raça passou a ser conhecida como "Keeshond" por toda a Europa, e tornou-se o cão nacional da Holanda.
Temperamento:
É um cão forte, cordial e inteligente. Conhecido por sua docilidade e atenção para com o dono e a família. Demonstra muita afeição por crianças. É obediente, ativo e sociável.
Características:
É um cão de porte médio-grande. Na Europa são admitidos 5 tamanhos e várias colorações. Nos Estados Unidos, apenas um tamanho e a cor cinza. Coloração: mescla de cinza, preto e creme. Pelagem longa e muito espessa. Focinho escuro, pelagem das patas, pescoço e cauda são mais claras. Olhos castanho-escuros.
FONTE: Vida de cão...
MALAMUTE DO ALASKA-
História da raça:
Entre os grandes conquistadores do Alaska, EUA, o cão teve um destaque extraordinário. Num trabalho duro, puxando trenós e mercadorias, era o cão que rolava nas "estradas" com a sua força, garra e persistência. Havia cidades, que só eram atingidas por navios, durante o verão ou pelos cães com qualquer tempo, o ano todo.
Entre esses cães, estava o Malamute do Alaska, criado para ser mais forte, antes que veloz, ao contrário de outras raças de menor porte. Seu nome tem origem do Innuits chamados "Malhemuts", tribo indígena que habitava o noroeste do Alaska, que possuía uma raça de cães de trenó de enorme capacidade de sobrevivência e de extrema lealdade.
De fato, alguns cães de trenó foram criados para serem velozes os quais, ainda hoje, disputam corridas emocionantes, mas com o Malamute não foi bem assim. Ele foi preparado para puxar carga pesada, sendo um cão de grande robustez e resistência.
 
Temperamento:
Tido como um dos cães mais lindos da região ártica, o Malamute é um cão inteligente e afetuoso, leal e devotado. Aliás, esse magnífico animal é também dócil e um grande amigo das crianças com quem se dá muito bem.
Muito tolerante, é ainda firme e decidido em suas ações de proteção e vigilância.
Leal à família até a morte, dedica-se a todos sem exceção, sendo gentil com pessoas estranhas, podendo ser agressivo com cães estranhos.
Este atleta de pelagem grossa que parece um lobo, é muito afetuoso, mas nem por isso deixa de ser um cão ártico e pode dar mostras de uma independência que há necessidade de saber dominar. Necessita-se muita firmeza para fazer com que os filhotes entendam as regras que devem observar em convivência com os homens.
Características:
 
Entre suas características gerais, destacam-se a sua constituição, com um tronco robusto, corpo forte e sólido, provido de pelagem densa e expessa. Bem erguido sobre os membros, apresenta um aspecto muito altivo, com sua cabeça e orelhas curtas, de formato cônico, demonstrando vivacidade e interesse em tudo que o cerca.
Ao comprar um Malamute do Alaska, deve você fazê-lo com todo o cuidado. Somente criadores verdadeiramente dedicados à raça deverão merecer a sua confiança na compra de um filhote, lembrando-se de pesquisar o padrão da raça primeiro.
 
Diferenças entre o Malamute do Alaska e o Husky Siberiano:
Como o Malamute do Alaska é um puxador de carga pesada na neve, ele é maior e mais robusto que o Husky (máximo de 63,5cm e 42kg), com maior estabilidade e força de tração. Seus pés redondos, grandes e com dedos um pouco abertos têm maior superfície de apoio. Os olhos são escuros, as orelhas menores, eretas, inseridas mais lateralmente e o focinho mais largo e curto. A pelagem vai do branco, passando pelas tonalidades de areia e vermelho ao preto, sempre com marcações típicas brancas nos braços e pernas. Não é aceitado pelagens de duas cores (pescoço branco e corpo preto). A pelagem é rústica, não devendo ser longa.
Já o Husky foi desenvolvido para puxar cargas leves em rios congelados. Tem no máximo 59,5cm e 30kg, é mais comprido, estreito, com pés menores e ovais para cansar menos ao correr. Seus olhos, mais puxados, podem ser azuis ou castanhos, ou ainda particolores. Sua pelagem é mais comprida, e qualquer padrão de cor é aceito, assim como qualquer marcação.
Fonte:Vida de cão...
 
RIDGEBACK RHODESIAN (RODESIANO)-
História da raça:
A história da raça começa no século 16, quando colonizadores europeus encontraram um cão domesticado junto às tribos africanas. Esse animal tinha como característica principal uma faixa de pêlos eriçados no dorso. Porém, durante 100 anos a imigração foi proibida, e ficava cada vez mais difícil encontrar um cão de caça. Daí o nome ridge, que significa "crista". Muitas raças foram trazidas pelos colonizadores para a África.
Os colonizadores precisavam de um animal resistente às mudanças bruscas de temperatura da região (muito quente de dia e gelada à noite) e à falta de água, e que tivesse pêlo curto para não ser "devorado" pelos carrapatos. Iniciou-se então o cruzamento das raças trazidas pelos colonizadores com o quase selvagem "ridge". A nova raça, o Ridgeback Rhodesian, conserva muitas das características do cão das tribos africanas.
Em 1875, um missionário iniciou uma viagem do sul da África até a Rodésia levando com ele dois cães "ridge". Na Rodésia, esses cães foram emprestados a um grande caçador, que notou um excelente instinto de caça no Ridgeback. Iniciou-se a criação da raça em grande escala na Rodésia (hoje Zimbabue), e a raça recebeu o nome daquele país.
Temperamento:
O cão possui muitas características dos hounds. É calmo, controlado e late pouco. Muito inteligente, além do instinto de caça, possui um temperamento protetor, sempre alerta à presença de estranhos.
Adapta-se bem a temperaturas extremas. É um ótimo cão de companhia, convivendo muito bem com crianças pequenas. 
Características:
É um cão de porte grande. Tem o corpo musculoso e bem proporcionado. Sua cauda é longa e afilada, ligeiramente curva. As cores da pelagem variam do trigo-claro ao vermelho, sempre com a faixa de pêlos eriçados ("crista"), dos ombros até a anca. Os olhos tem a mesma cor da pelagem.
FONTE:Vida de cão...
VIZLA-
Há mais de mil anos atrás, esta raça viajava e caçava junto aos povos da Europa Central. O cão foi levado para a Hungria onde, durante anos, a pureza dessa raça foi preservada pelos barões húngaros. A raça foi praticamente extinta após a 1a. Guerra Mundial e a preservação de apenas alguns exemplares garantiu o ressurgimento da raça.
Após a 2a. Guerra Mundial a raça foi levada através de toda a Europa, e mais tarde para os Estados Unidos.
Temperamento:
É um cão caçador. Muito veloz e possuidor de um excelente faro. Como cão doméstico, tem um temperamento calmo e é muito leal ao dono.
MASTIM NAPOLITANO-
tipo físico : é um cão de grande porte, com um macho adulto normal pesando algo como 60 quilos e com altura até 72 cm. Sua cabeça é muito grande, o pescoço musculoso e compacto. Possui pregas de pele no rosto e lábios pendentes. Sua cauda é amputada deixando-se dois terços e as orelhas podem ser cortadas ou não.
. pêlo : seu pêlo é muito curto e denso. Cada pêlo tem uma vida útil e é substituído periodicamente. Na época das mudas irá soltar pêlos pela casa mas fora dela não costuma perder muito pêlo. Não necessita ser tosado e os cuidados com escovação são mínimos.
. coloração da pelagem : pode ser preta, cinza ou tigrado. Pode ter pequenas  manchas brancas no peito e na ponta das patas.
. baba : por possuir lábios pendentes, que deixam a mucosa à mostra, costuma babar bastante.
. latido : não tem facilidade para latir. Quando o faz, emite um som grave e rouco.
. perfil comportamental : possui um nível de atividade médio para baixo. Normalmente é equilibrado e não é agressivo. 
. comentários gerais : está sujeito a problemas de pele nas dobras do rosto e pescoço. Também pode apresentar displasia coxo-femural ou outros problemas articulares. Sua maneira de andar é típica, com um passo desarticulado e lento ("andar de urso"); pode trotar bem e por longas distâncias mas raramente galopa. Pode pesar 70 quilos ou mais, sendo um dos cachorros mais pesados que há.
 
BASSET HOUND-
SUA ORIGEM:
         O Basset Hound é uma raça originalmente da Grã Bretanha. Está acostumada a longas caminhadas em matilha e é um farejador nato, principalmente para trilhas em caçadas.
        Foi originalmente usado para a caça na França, mas depois foi praticamente adotado pelos criadores ingleses, que o cruzaram com o bloodhound.
        Embora seja uma raça lenta, é muito habilidoso em sua função de rastreador, mas nos dias de hoje é quase que exclusivamente usado como companhia.
         Como farejador, ele é comparado a raça Bloodhound, que é considerado o melhor faro do mundo, mas como perseguidor, é tido como muito lerdo, embora seja persistente na perseguição de sua presa e com resistência para andar vários quilometros sem mostrar cansaço. Mas pelo fato de outros cães se sobressairem para a caça, atualmente o Basset não é mais o preferido para esse fim, o que querem mesmo dele, é que seja um cão de companhia.
PADRÃO OFICIAL:
 APARÊNCIA GERAL - É um cão rastreador de pernas curtas, de considerável substância, bem balanceado e repleto de qualidades. Uma certa quantidade de pele solta é desejável.
CARACTERÍSTICAS - Cão tenaz, de antiga linhagem de caçadores através do faro, com instinto de matilha, voz melodiosa e profunda, capaz de grande resistência nos trabalhos de campo.
TEMPERAMENTO - Plácido, nunca agressivo ou tímido. Afetuoso.
CABEÇA - Em cúpula, com stop moderado e occipital proeminente, arcada superciliar de largura média, afilando suavemente até o focinho. A aparência geral do focinho é lisa, (não snipey) mas não pontuda. A linha superior do focinho é aproximadamente paralela à linha superior do crânio e não muito mais comprida que o crânio, do stop ao occipital. podem haver rugas, em quantidade moderada, na testa e junto aos olhos. De qualquer modo, a pele da cabeça deve ser suficientemente solta para formar rugas bem nítidas quando puxada para frente, ou quando a cabeça é abaixada. As bochechas recobrem amplamente os lábios inferiores. o nariz é inteiramente preto, salvo nos cães de cor clara, nos quais pode ser marrom ou fígado. As narinas são grandes e bem abertas. O nariz pode ser ligeiramente saliente além dos lábios.
OLHOS - Em forma de losango. Não proeminentes nem muito profundos nas órbitas; de cor escura, mas podem ser marrom médio nos cães de cor de pelagem clara. A expressão é calma, séria e a conjuntiva da pálpebra inferior aparece, embora não excessivamente. olhos claros ou amarelos são altamente indesejáveis.
ORELHAS - Inseridas baixas, logo abaixo da linha dos olhos. Muito compridas, ultrapassam amplamente a extremidade de um focinho de tamanho correto, mas sem exageros. Estreitas em toda sua extensão, encurvando-se bem para dentro. Muito macias, de textura fina e aveludada.
BOCA - Mandíbulas fortes, com mordedura em tesoura, perfeita, regular e completa, isto é, os incisivos superiores sobrepassam os inferiores em um contato estreito e são implantados verticalmente nos maxilares.
PESCOÇO - musculoso, bem arqueado, com bom comprimento; com pronunciada barbela, mas não exagerada.
ANTERIORES - Omoplatas bem inclinadas, ombros não pesados, Pernas dianteiras curtas, poderosas, com forte ossatura. Cotovelos não virados nem para fora, nem para dentro, mas aderentes ao tórax. os antebraços, em sua parte superior são ligeiramente inclinados para dentro, mas não a ponto de interferir na livre movimentação ou resultar em braços se tocando quando parado ou em movimento. Visto de frente, o antepeito se adapta perfeitamente à curvatura dos antebraços. É defeito muito grave o desvio do carpo para a frente. A pele forma dobras nos metecarpos.
TRONCO - Comprido e bem profundo em toda sua extensão. o esterno é proeminente, porém o peito não deve ser estreito ou excessivamente profundo. Costelas bem arredondadas, bem arqueadas, sem saliencias, estendendo-se bem para trás. Dorso bem amplo, no nível, com lombo e quartos traseiros na mesma altura, embora o lombo possa ser ligeiramente arqueado. O dorso, que vai da cernelha até a inserção das ancas, não deve ser excessivamente longo.
POSTERIORES - Bem musculoso, firmemente plantado, dando a impressão de quase esférico, quando vistos de trás. Joelhos bem angulados, jarretes bem descidos, quanto possível, colocados bem sob o cão quando parado em posição natural, mas não virados nem para dentro nem para fora. Rugas de pele podem aparecer entre os jarretes e os pés, assim bem como, na parte posterior das juntas, pequenas bolsas, resultante da pele bem solta.
PÉS - Maciços, com juntas fortes e bem almofadados. Os pés dianteiros podem apontar bem para frente, ou ser ligeiramente virados para fora, mas, de qualquer modo o cão deve ficar firmemente plantado em suas patas com o peso distribuído igualmente pelos dedos e almofadas, de tal maneira que os pés deixariam uma impressão (pegada) de cão de grande porte, sem que qualquer região desprovida de almofadas faça contato com o solo.
CAUDA - Bem inserida, um tanto longa, forte na base e afinando, com moderada quantidade de pelos ásperos na parte inferior. Na movimentação, a cauda é bem portada para cima em uma curva suave, tipo sabre, mas nunca enrolada ou caída sobre o dorso.
MOVIMENTAÇÃO - É aspecto muito importante. Ação desembaraçada e fácil, com bom alcance nos anteriores e poderosa propulsão nos posteriores, com o cão se movimentando livremente tanto na frente como atrás. Os jarretes e joelhos não podem ser rígidos quando em ação, e nenhum dedo pode ser arrastado no chão.
PELO - Liso, curto e cerrado, sem ser muito fino. No aspecto geral, todo o perfil do cão é nítido, sem qualquer franja. São altamente indesejáveis os pelos longos e os pelos macios com franjas.
COR - Geralmente preto, branco e tan ou branco e limão, mas qualquer cor reconhecida de hound é aceitável.
ALTURA - 33 A 38 cm.
FALTAS - Qualquer desvio dos pontos anteriores deve ser considerado como falta, e a gravidade com que a falta deve ser levada em conta, deve estar na exata proporção do seu grau. 
 
 
 

 
 

 
 
  

CÃES

CÃES DE PEQ.PORTE:
 
Poodle Toy - 
É um cão bem adaptado a apartamentos, dócil e companheiro.
Cores marrom, branco, champagne e abricot, pelagem longa. Pelagem exige tosa a cada 60 dias.
  Dachshund ou Teckel - 
É um cão inteligente e alegre. Conhecido como 'salsicha' ou 'Cofap'.
Pode tem pelagem curta ou longa nas cores preta, marrom ou arlequim. Sua pelagem não exige tosa.
 Lulu da Pomerânia - 
É um cão inteligente, companheiro e alerta.
Sua pelagem é longa e espessa. Não necessita de tosa, mas escovação diária. Cores: preto e amarelo
 Yorkshire - 
É um cão cuja pelagem longa exige cuidados, como escovação diária. É dócil com o dono, mas pode ser temperamental com estranhos.
É alegre e inteligente. Cores: preto/canela ou prata. A pelagem não exige tosa, normalmente.
 Scottish Terrier - 
Seu temperamento é calmo. É um cão amigo e companheiro. Pode estranhar outros cães como qualquer terrier.
Pelagem longa na cor preta, branco e malhado que necessita de tosa periódica.
 Pug
É um cão dócil, meigo e inteligente. Seu focinho 'achatado' pode causar-lhe alguma dificuldade ao respirar. A pelagem é curta na cor bege ou preta. Não necessita de tosa.
 Bulldog Francês
É um cão afetuoso, companheiro, brincalhão e alegre. Sua pelagem é curta e não exige tosa. Não suporta exercícios intensos, pois seu focinho 'achatado' dificulta a respiração. 
 West Highland White Terrier - 
É um cão dócil e companheiro. A pelagem é longa na cor branca e exige tosa periódica. Excesso de banhos podem causar-lhe doenças de pele.
 Pequinês - 
Conhecidos por serem uma raça que vive muitos anos.
Mansos, calmos e apegados ao dono. Pelagem longa e bastante espessa, não exige tosa.
 Shi Tzu - 
Raça originária da China.
Temperamento muito dócil, pelagem longa até o chão com grande variedade de cores. Não exige tosa. Conhecido como "bom de colo".
 Chihuahua - 
É a menor raça de cão conhecida. Apesar do tamanho é bastante valente e alerta com estranhos. Pelagem curta ou longa em variadas colorações. Não exige tosa.
 Maltês - 
É um cão dócil que adapta-se bem a apartamentos.
Sua pelagem é branca e longa. Não é necessária a tosa, mas sim a escovação diária.
 Pinscher - 
É um cão alerta e ativo, bastante 'latidor'. Fiel ao dono, mas hostiliza pessoas estranhas. Pelagem curta nas cores preta e marrom. Muitas pessoas o confundem com o chihuahua.
 Bichon Frise - 
Muitos o confundem com o poodle por ter características e temperamento semelhantes. A coloração da pelagem é branca e exige tosa periódica
 Lhasa apso
Assemelha-se muito ao Shi Tsu
Temperamento controlado e dócil. Tem pelagem longa e espessa em várias colocações. Não necessita de tosa.
 
MÉDIO PORTE:
 Cocker Spaniel Inglês -
É um cão agitado, alegre e brincalhão. Necessita de espaço.
Seu pelo é longo e pode ser dourado, preto, branco e preto, branco e dourado ou castanho e preto.
  Pastor de Shetland - 
Muitos chamam esta raça de "mini collie". É um cão alegre, companheiro e dócil.
Sua pelagem é longa e necessita de escovação diária.
  Poodle Miniatura - 
Uma das mais populares raças, adapta-se muito bem em apartamentos. Tem pelagem longa nas cores branca, champagne, abricot, marrom e preta.
  Beagle - 
É um cachorro amigo, dócil e alegre. Farejador por natureza, necessita de espaço e exercícios. Seu pêlo é curto e pode ter coloração tricolor ou bicolor.
  Fox terrier pêlo duro - 
Temperamento calmo e controlado, muito fiel e companheiro. Estranha outros cães como todo terrier. Pelagem longa, necessita de tosa periódica. 
  Schnauzer miniatura - 
É um cão dócil com o dono, mas late bastante na presença de estranhos ou outros cães. Tem pelagem longa na coloração cinza ou prateada. Necessita de tosa periódica.
  Bulldog Inglês - 
Apesar de sua aparência negar, é um cão manso e dócil, especialmente com crianças. Adapta-se bem a apartamentos. Tem pelagem curta nas cores, branca, vermelha, tigrada e fulvo.
  Fox Paulistinha (Terrier brasileiro) - É um cão alerta, companheiro e amigo. Bastante ativo, necessita de passeios e exercício diário. Um ótimo animal para alertar a presença de estranhos. Tem pelagem curta, tricolor, que não exige muitos cuidados. 
  Sharpei - 
É um cão amoroso, de bom comportamento.
Sua pelagem é curta. A pele apresenta muitas dobras, principalmente na cabeça e pescoço, propricia ao aparecimento de dermatites.
  Pit Bull
Foi criado, inicialmente, para lutas de cães.
Hoje, é usado para guarda. Pode ser feroz com outros cães, mas dócil com o dono.
Ataca pessoas apenas se for treinado ou criado em confinamento.
  Bull Terrier -
É um cão amável, valente e excelente guardião. Não tolera outros cães. O tamanho é médio e a coloração branca, preta e branca ou tigrada. Pelagem curta, não necessita de tosa. 
 
 CÃES DE GRANDE PORTE:
   Boxer - 
É um cão forte, valente e leal. Gosta de crianças e protege a família, obediente e alegre. Pelagem curta nas cores tigrado ou dourado. Existem vários boxer brancos, mas esses não podem receber pedigree, pois estão fora do padrão da raça. 
  Dogue Alemão -  
Também conhecido como dinamarquês. É um cão dócil, amigo e de temperamento controlado. Pelagem curta em várias cores. Exige muito espaço pelo seu porte. 
 
 Samoieda- 
É um cão bastante resistente. Apresenta pelagem espessa e coloração branca. Como todo cão de pelagem longa, necessita escovação freqüente. Não é indicado para climas muito quentes e secos. Bom temperamento.
  Husky Siberiano -
É um cão de pelagem comprimento médio e dupla (pêlo e subpêlo).
Podem ser malhados e os olhos, além de azuis ou castanhos, ou um de cada cor, podem ter as duas cores em um mesmo olho (particolorido).
  Labrador - 
Inteligente, dócil, obediente e muito amigo. Usado como cão-guia de cegos e para detectar drogas e bombas em aeroportos. Pêlo curto e espesso nas cores preta, amarela e chocolate. Bastante agitado e ativo, não se dá bem em apartamentos. 
  Dálmata -
É um cão calmo e companheiro, mas possui temperamento forte. Tem pelagem curta, predominando a cor branca com manchas pretas ou marrons. 
  Collie
Muito dócil, de temperamento vigilante e afetuoso. É um cão silencioso. Tem pelagem longa e espessa que exige cuidados diários. Existe a variedade de pelagem curta. 
  Chow Chow - 
É dedicado, auto-confiante e tranqüilo, mas temperamento forte. Tem pelagem espessa e longa nas cores castanho (vermelha) e preta. Sua língua tem coloração azul escura, diferente de todos os outros cães.
  Setter Irlandês -  
É um cão companheiro, de índole dócil. Tem pelagem longa na cor castanho-avermelhada. Não é necessária a tosa, mas sim a escovação diária e exercícios.     
  Airedale Terrier-
É um cão amigável, leal e muito confiável. Tem pelagem longa e áspera que necessita de tosa periódica.
 Pointer-
Também conhecido como perdigueiro, é um cão valente, de temperamento moderado. Tem pelagem curta, branca, com manchas marrons e pretas.
  Golden Retriever - 
É um cão obediente, amoroso e ótimo companheiro. Calmo, late pouco e aprende com rapidez. Tem pelagem longa, não requer tosa, mas escovação. 
  Weimaraner
É um cão inteligente, valente e companheiro. Tem temperamento forte. Seu pêlo é curto na cor cinza-prateado.
  Sheepdog - 
É alegre, companheiro e muito brincalhão.
Tem pelagem longa e muito espessa que requer escovação diária. 
  São Bernardo - 
É um cão de porte muito grande, carinhoso e inteligente. A pelagem é longa, mas existe a variedade de pelagem curta. Não se adapta bem a climas muito quentes e úmidos.
 FILA BRASILEIRO
CARACTERISTICAS :

Já pelo seu porte, pela figura e pelas sua origens, o Fila Brasileiro não pode ser um cão de caráter completamente pacífico. Dizem seus mais profundos conhecedores que é um cão inteiramente adepto da máxima segundo a qual o ataque é sempre a melhor defesa. Conhecido ainda como cão boiadeiro por sua utilização no trabalho com o gado, o Fila Brasileiro empresta suas qualidades também às Polícias das grandes cidades e até ao Exército, onde atua nos quartéis, principalmente da Amazônia.

PADRÃO OFICIAL DA RAÇA

Cor: As chamadas cores sólidas são inteiramente permitidas, sendo desqualificante o preto-azeviche, o branco, o malhado ou ardósia, além do cinzarato. O tigrado com fundo das demais cores são aceitos, não importando suas intensidade e a máscara negra não constitui defeito.

Pelo e pele: O padrão da CAFIB pede que o pelo seja rústico, grosso e acamado, cerrado na cernelha. A pele tem que ser grossa formando pendentes  barbelas.

Peso: Para as fêmeas é exigido um peso mínimo de 40Kg e para os machos o mínimo de 50Kg.

Altura: Para fêmeas pode variar entre 60 e 70cm e para machos entre 65 e75cm.

Membros: Os pés devem ser grandes, com dedos fortes e arqueados.


TEMPERAMENTO

Determinação, coragem, valentia são essenciais ao Fila Brasileiro. Por temperamento, deixam claro que não gostam de estranhos, mas para compensar é proverbial a obediência, a fidelidade e o carinho que dispensam aos donos. O que faz dele um ótimo guarda de propriedades e caçador de animais avantajados.
Obviamente, de grande valor no trabalho com o gado, quando em ambiente rural.


CARÁTER

Quando em exposições, não admite que o julgador o toque. Na mesma situação deve ser tranqüilo, mesmo enfrentando ambientes e ruídos estranhos, até mesmo os testes de tiros de festim.

OS CUIDADOS QUE A RAÇA EXIGE

ALIMENTAÇÃO

Em relação à forma de alimentar, o fila é um cão de apetite voraz e por isso mesmo uma das raças mais propensas a torção gástrica. Sua ração diária deve ser dividida em pelo menos duas refeições com intervalos, preferencialmente, de 12 horas. O Fila Brasileiro saudável necessita em média 2kg de alimentos por dia e exige uma dieta altamente protéica. Ou seja, muita carne, muita ração de boa qualidade. Não adianta tentar economizar na alimentação de um fila com muita massa (macarrão), arroz ou fubá de milho. Muita água, limpa fresca e trocada com freqüência.

SAÚDE E HIGIENE

É normal, em um cão ao ar livre, trocar de pêlo duas vezes por ano, no outono e na prima vera. Por isso habitue seu animal desde filhote a ser escovado, com uma escova adequada, diariamente, ou no máximo a cada dois dias. Isso evitará problemas na troca de pêlos e será motivo de satisfação para o cão, desde que acostumado a esse tratamento.
Todo animal de pelo curto necessita pouco mais que isto, para se manter limpo. Raramente ele vai tomar banho, a não ser que ele suje em demasia. Normalmente um mangueira de jardim resolve o problema do banho, mas se for necessário sabão use o neutro e enxágüe bem a pelagem, pois se reter sabão e este secar, poderá prejudicar o pêlo e irritar a pele.
Se porventura ocorrer o aparecimento de insetos como pulgas ou carrapatos, procure um veterinário pois é comum intoxicações quando o proprietário tenta resolver este problema sem conselho de um profissional.

TREINAMENTO E EDUCAÇÃO

O Fila Brasileiro jamais deve ser adestrado, e sim treinado para a disciplina, e ninguém melhor do que o próprio dono para lhe disciplinar. Até os seis meses o Fila será brincalhão e será inútil então tentar incuti-lhe conhecimentos maiores do que o tradicional "Sim" e "Não". A partir daí os básicos "Senta", "Deita", "Fica" e "Anda" serão facilmente absorvidos.
Virá depois o condicionamento para o uso da coleira ( acostume o cão com uma tira de pano ao redor do pescoço, antes de usar a coleira. Quinze minutos de exercício diários e você terá seu Fila Brasileiro pronto para ser o seu grande companheiro. O que a maior parte dos proprietários desconhece é que o cão, qualquer raça, tem instintivamente um sentido de proteção ao lar e a família. Então NUNCA adestre um cão para o ataque e sim para a obediência e disciplina. Ele naturalmente vai defender seu lar mas nem sempre, se não for adequadamente treinado, irá parar a sua ordem.
Nunca repreenda violatamente seu cão.
Nunca o deixe confinado ou nunca afaste do convívio com pesssoas da família e amigos.


A VELHICE

DEPENDÊNCIA


O comportamento físico e mental dos cães se aproximam muito do mecanismo humano. Assim, um cão idoso tem mesmos problemas de um ser humano em idade avançada. Com o progresso da cinofilia, cresceu também as expectativas de uma vida mais longa para o cão. Mas, quanto mais velho ele ficar, menores serão os seus mecanismos de defesa e mais dependente de seu dono ele ficará.

PASSEIOS

A casa de um cão idoso é tudo para ele, ao lado da companhia do dono. Assim, a cada dia é mais penoso para o animal a convivência com estranhos ou a locomoção para locais onde não esteja acostumado. Evite ao máximo tais acontecimentos, em benefício do animal.

CIÚMES

E atenção: se você trouxer um filhote para a casa, como companhia ao "velhote", ou mesmo como seu futuro substituto, deixe claro que o seu preferido ainda é o adulto. Alimente-os separadamente e tenha mais atenção sempre com o cão mais velho, evitando o ciúme. O filhote sempre entenderá tal atitude.

SAIBA MAIS SOBRE A RAÇA
http://web.prover.com.br/unifila/portugue.htm
http://www.dogtimes.com.br/fila.htm
http://www.petbrazil.com.br/bicho/caes/230.htm