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January 15 SAPOSSAPO O comedor de besouros
FILO: Chordata
CLASSE: Amphybia SUPERORDEM: Salienta
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Macho, 112,5 cm, ÓRDEM: Procoela FAMÍLIA: Bufonidae
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Comprimento: fêmea, 2,5 cm,
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Peso: fêmea 1,6 Kg, Macho 350g
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Ovos: 35000 por ano. Poucos inimigos
Como desenvolvimento da cultura da cana- de- açúcar, houve um grande aumento de besouros - da - cana, que são insetos daninhos. Esse besouro tem um inimigo, o sapo, também chamado cururu, que foi levado aos canaviais para eliminar o besouro. Infelizmente, esse comedor de besouros não se interessou pela refeição e, assim, os insetos continuaram a devorar a cana.
Esses sapos possuem duas glândulas do veneno na parte posterior da cabeça. O veneno esbranquiçado de sabor e odor desagradável oferece perigo até para o homem. O predador que ingerir esse veneno altamente tóxico certamente morrerá. As cobras e algumas aves, especialmente o íbis, as vezes engolem um sapo inteiro, mas ele se infla e sufoca o inimigo. O cururu tem hábitos noturnos. Alimenta - se de insetos, camundongos, cobras e caracóis. Possui uma bolsa grande que lhe permite coaxar de modo a ser ouvido longe. Sua reprodução é igual à do sapo comum e multiplica - se com rapidez.
SAPO PARTEIRO Chocadeira Ambulante NOME COMUM: Sapo parteiro NOME EM INGLÊS: Midwife Toad NOME CIENTÍFICO: Alytes obstetricians FILO: Chordata CLASSE: Amphibia SUPERORDEM: Salientia ORDEM: Opisthocoela FAMILIA: Discoglossidae
CARACTERÍSTICA: Comprimento: até 5 cm.
As fêmeas são maiores que os machos
Pés parcialmente palmados
É difícil ver o acasalamento do sapo - parteiro, pois só acontece de noite e em lugares bem escondidos. Esse acasalamento também é muito mais rápido que o dos outros sapos. Depois de atrair a fêmea, o macho envolve - lhe o corpo com suas patas traseiras e a ajuda a eliminar os óvulos. Esses óvulos são postos em cordões envolvidos por um material gelatinoso. O macho cobre - os com esperma e encharca - os de urina, que faz inchar a proteção gelatinosa. Em seguida, ele pendura o cordão de ovos fertilizados nas patas e o carrega durante três semanas. Nesse tempo, pode encontrar outras fêmeas e juntar mais ovos ao primeiro lote. Quando os ovos estão prestes a se abrir, o macho os larga perto da água . Os girinos (larvas do sapo) sofrem metarmofoses antes de se tornarem sapos adultos.
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- Durante seus passeios noturnos, o sapo - parteiro alimenta - se principalmente de insetos, lesmas e caracóis. É encontrado por toda a Europa oriental até o extremo sul de Portugal. Mais rasteja que pula. Suas patas traseiras são próprias para cavar, mas ele prefere as tocas cavadas por outros animais ou uma fenda entre as rochas.
SAPO PIPA Cinqüenta filhos nas costas!
FILO: Chordata CLASSE :Amphibia SUPERORDEM: Salientia (Anura) ORDEM: Opisthocoela FAMÍLIA: Pipidae CARACTERÍSTICAS: Comprimento da fêmea 20 cm. Comprimento do macho: 15 cm. Dorso verde. Ventre acinzentado. Duas protuberâncias semelhantes a tentáculos junto a boca
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O sapo - pipa vive nos pântanos da região amazônica. É com certeza um dos anfíbios mais estranhos que existe. Tem a boca desdentada, olhos miúdos e seu corpo coberto de verrugas parece um grande saco achatado. Suas pernas dianteiras são finas e os dedos compridos com um círculo de filamentos na ponta. As pernas traseiras, ao contrário, são gordas e os dedos, palmados. Este sapo não é inteiramente aquático; ele cava o lodo à procura de alimento.
O método de reprodução é ainda mais curioso. O casal abraçado dá saltos mortais na água. Quando a fêmea está submersa ela elimina uns poucos óvulos junto aos pés do macho. Ele os fecunda e os gruda nas costas da fêmea. A cena se repete até que ela tenha várias dúzias de ovos, encerrando cada um deles num pequeno caroço. Dez semanas depois os ovos se abrem e os filhotes começam a projetar - se para fora dos caroços. Mas eles permanecem aí por mais dois ou três meses, alimentando - os de vermes e insetos aquáticos. Depois de várias metarmofoses, transformam - se em adultos em miniatura.
SAPO COMUM Estranha asfixia
FILO: Chordata CLASSE: Amphibia SUPERORDEM: Salientia ORDEM: Procoela FAMÍLIA: Bufonidae
CARACTERÍSTICAS: Comprimento fêmea: 15, cm - Macho: 7,5, cm
Postura: 3000 a 4000 ovos
Expele secreção venenosa
O sapo comum tem uma pele dura e ressecada, coberta de pequenas escamas. Algumas moscas maiores costumam depositar os ovos na pele dos sapos velhos. As larvas, quando nascem , penetram no corpo do sapo através das suas narinas. O sapo, dessa forma, impossibilitado de respirar e morre.
Com as patas traseiras, os sapos cavam buracos, nos quais hibernam durante o inverno. A época do acasalamento é o início da primavera. Ocorre nos pântanos e dura várias semanas. Os ovos são postos em fileiras que podem alcançar até 5 m de comprimento. Os girinos nascem após dez dias. Depois de uma série de metamorfoses, transformam - se em sapinhos.
O sapo captura suas presas com a língua ágil. Ela fecha os olhos para engolir o alimento. Isso não é um truque, mas uma necessidade: os grandes olhos são forçados para cavidade bucal a fim de empurrar os alimentos para a garganta. Os sapos são úteis ao homem porque com seu grande apetite comem muitos vermes, lagartas e insetos nocivos de várias espécies.
SAPO MALAIO - Chifres de mentirinha
- FILO; Chordata
CLASSE : Amphibia SUPERORDEM: Anomocoela ORDEM: Salientia (Anura) FAMÍLIA: Pelobatidae
- CARACTERÍSTICAS:
- Comprimento: 25 cm
- Largura: 20 cm
- Boca muito larga
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O sapo- malaio tem três chifres, um em cima de cada olho e outro na ponta do nariz. Esses chifres não valem nada como arma, pois são simples dobras de peles completamente moles .Servem apenas para meter medo á possíveis adversários ou para camuflar seu dono.
Quando caça, o sapo - malaio fica totalmente imóvel até que sua presa chegue bem perto.
Ele come insetos, rãs, répteis , aves e roedores de pequeno porte, e até mesmo outros sapos - malaios, pois na realidade, estes são seus piores inimigos. Poucos predadores atacam um animal assim tão vivamente colorido, já que isso costuma ser sinal da presença de um veneno qualquer. Além disso, os sapos - malaios são robustos, de cabeça maciça e maxilas reforçadas, e têm as costas protegidas por um escudo ósseo.
Os sapos - malaios só são encontrados no Sudeste asiático. Na América do Sul existem "sapos de chifres" de uma espécie completamente diferente, embora iguais no aspecto e no comportamento. Apenas os girinos das 2 espécies diferem: os americanos são carnívoros e os asiáticos, herbívoros.
RÃ COMUM
- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia SUPERORDEM: Salientia ORDEM: diplasiocoela FAMÍLIA: Ranidae
- CARACTERÍSTICAS:Ovos: 2000 a 3000 por ano, com GIRINO: cerca de 1,2cm hiberna de de outubro a março( no hemisfério Norte)
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Uma coisa estranha acontece durante o período de reprodução da rã comum: O macho fica tão amoroso que procura se cruzar com qualquer coisa, até mesmo com pedras e peixes. Muitas vezes acontece dos peixes morrerem sufocados com o seu abraço apertado. O cruzamento ocorre no fim do inverno, logo após a hibernação, assim que a temperatura sobe um pouco. Machos e fêmeas se reúnem perto de pântano e fazem alarde de sua presença, coaxando. O acasalamento dura cerca de 24 Horas. A fêmea põe 2.000 ou 3.000 ovos, que o macho cobre com esperma. Os ovos são cobertos com uma massa gelatinosa, que protege de intempérie. O desenvolvimento do girino é semelhante ao da rã - verde. Os jovens adultos são capazes de reprodução depois de três anos.
A rã se locomove aos pulos. Alimenta- se de caramujos ,lesmas e insetos, apanhando- os com a língua. Não tem muitos meios de defesa e frequentemente é tragada por peixes carnívoros, aves pernaltas e cobras. As pessoas também caçam as rãs por causa de sua carne. Esses numerosos predadores, porém, não ameaçam de extinção a rã comum, devido à abundância com que ela se reproduz.
RÃ VERDE
FILO: Chordata CLASSE: Amphibia SUPERORDEM: Salientia ORDEM: Diplasiocoela FAMÍLIA: Ranidae CARACTERÍSTICAS: Comprimento: 10 cm. Pés traseiros com membranas entre os dedos. HABITAT: sempre perto de água . OVOS: 10000, com 0,2mm de diâmetro. Sua voz provém de um saco externo inflável...
A rã - verde - européia mostrada nesta ficha é semelhante, mas não idêntica, à rã americana. Ela è tímida: ao menor ruído, mergulha nas águas do charco e esconde-se entre as plantas aquáticas . A noite, é fácil capturá -la com uma lanterna, pois surpreendentemente ela não procura escapar e pode ser pega com as mãos. Algumas das rãs - verdes capturadas vão enriquecer aquários, uma vez que elas se dão bem em cativeiro. O destino das outras, entretanto, é bem conhecido; perna de rã é uma fina iguaria, principalmente na Europa.
Em maio, a Rã - verde põe uma massa de ovos que se juntam em blocos. Em contato com a água tornam - se gelatinosos. Depois da fecundação, cada um contém uma pequena pinta preta, o embrião. Em poucos dias , este se transforma em uma larva sem pernas e com uma cauda: girino. No primeiro mês de vida, o girino respira por brânquias, como um peixe. Depois as pernas crescem. Ao mesmo tempo, fecha - se a cavidade branquial, os pulmões desenvolvem - se e o girino pode respirar fora da água. Após uma série de metamorfoses, que dura três meses, ele se transforma em rã.
RÃ - ÁGIL - Ela vive mais tempo em terra
- FILO: Chordata
CLASSE: Amphibia ORDEM: Diplasiocoela FAMÍLIA: Ranidae CARACTERÍSTICAS: Comprimento: 7 cm
- 600 a 1500 ovos
- Incubação: 15 dias
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A rã - ágil vai procriar na água , mas depois de postos e fecundados os óvulos, macho e fêmea voltam para a terra firme e aí permanecem até a primavera seguinte. Os ovos não flutuam e ficam no fundo, mesmo quando a água faz inchar a gelatina que os envolve.
Inicialmente herbívoros, depois carnívoros, os girinos desenvolvem - se rapidamente, adquirem patas e perdem a cauda. Mas a maioria será devorada pelos carnívoros de água doce (díticos, larvas, etc.). Os sobreviventes, em forma de pequenas rãs, sairão da água com dois meses de idade. Só retornarão depois de adultos, dois ou três anos mais tarde.
A rã - ágil é encontrada na metade Sul da Europa. Suas patas posteriores são excepcionalmente compridas, o que lhe permite dar pulos de até 2 m de extensão (daí o nome ágil). Seu dorso é acinzentado, puxando para o amarelo ou vermelho e salpicado de pequenas manchas pretas. Ela caça insetos, mas se alimenta de vermes e lesmas. Se chove, sai durante o dia; se não, somente no crepúsculo. No outono, o macho se enterra no lodo a fêmea, debaixo de folhas, e hibernam até a primavera, despertando de tempos em tempos quando o frio abranda.
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